quinta-feira, 18 de junho de 2009

Voces!!!

Voces são tantos e tão diferentes que nem atrevo-me falar. Nem por isso deixo de conjecturar nas particularidades nas rotinas, nos desejos de mudar, sempre buscando uma vida melhor.

Engraçado nunca estamos satisfeitos com o que temos embora saibamos que outros nos invejam.

Há!!! mundo velho tão grande e tão pequenino.

Há!!!povo tão diferenciado e tão sofrido.

Há!!!quantos somos em cada um.

Na liberdade silenciosa do pensar, já que podemos pensar em tudo sem censura...

Livre de criticas e admoestações.

Nesta liberdade controlada por nos mesmos vivemos dando vazão a tudo em pensamento, embora totalmente controlado pela educação, pelas regras, pelos convívios de companheiros, filhos, etc.

Vida dupla do que somos e do que aparentamos ser , claro que a maioria pensa ser um só.

Ilusão, que não resiste, uma reflexão sincera e franca...

2 comentários:

Anônimo disse...

belíssimo texto! grandes verdades como é de praxe em seus textos e versos, repletos de conteúdo e grandes lições.
Abel Maia Correia

Anônimo disse...

Para este texto achei interessante este texto e resolvi compartilha-lo com o sr. espero que goste tanto quanto eu.
abs.
Antônio M.

O que torna infeliz a primeira metade da vida, que apresenta tantas vantagens em relação à segunda, é a busca da felicidade, com base no firme pressuposto de que esta deva ser encontrável na vida: o resultado são esperanças e insatisfações continuamente frustradas. Visualizamos imagens enganosas de uma felicidade sonhada e indeterminada, entre figuras escolhidas por capricho, e procuramos em vão o seu arquétipo.
Na segunda metade da vida, a preocupação com a infelicidade toma o lugar da aspiração sempre insatisfeita à felicidade; no entanto, encontrar um remédio para tal problema é objectivamente possível. De facto, a essa altura já estamos finalmente curados do pressuposto há pouco mencionado e buscamos apenas tranquilidade e a maior ausência de dor possível, o que pode ocasionar um estado consideravelmente mais satisfatório do que o primeiro, visto que ele deseja algo atingível, e que prevalece sobre as privações que caracterizam a segunda metade da vida.
Arthur Schopenhauer, em "A Arte de Ser Feliz"